Videoclipe interativo como obra aberta: o caso de Rome - 3 Dreams of Black

Research output: Chapter in Book/Report/Conference proceedingChapter

Abstract

Os vídeos musicais interativos surgiram na primeira década do século XXI como tentativa de aproximar o espectador e a sua experiência pessoal da música ouvida. Mediante a grande variedade de vídeos musicais interativos produzidos atualmente e a multiplicidade de intenções que estes transportam, pretende-se com este trabalho argumentar a importância deste suporte audiovisual para a revisitação de algumas ideias como autoridade, autenticidade, interpretação e participação do público no processo de criação artística. Neste sentido, toma -se o exemplo de alguns casos particulares, dos quais se pretende retirar conclusões sobre a relevância deste novo formato para a relação entre vídeo musical e espectador.
Original languagePortuguese
Title of host publicationLog in, live on
Subtitle of host publicationMúsica e cibercultura na era da Internet das coisas
EditorsPaula Gomes Ribeiro, Júlia Durand, André Malhado, Joana Freitas
Place of PublicationVila Nova de Famalicão
PublisherHumus
Pages153-158
Number of pages5
ISBN (Electronic)9789897553776
Publication statusPublished - Dec 2018

Keywords

  • Música
  • Cibercultura
  • Videos Musicais

Cite this

Cruz, F. (2018). Videoclipe interativo como obra aberta: o caso de Rome - 3 Dreams of Black. In P. Gomes Ribeiro, J. Durand, A. Malhado, & J. Freitas (Eds.), Log in, live on: Música e cibercultura na era da Internet das coisas (pp. 153-158). Vila Nova de Famalicão: Humus.