Tutankhamon em Portugal: relatos na imprensa portuguesa (1922-1939)

a revista Diónysos, Humberto Pinto de Lima e Tutankhamon

Susana Mota, José das Candeias Sales

Research output: Contribution to journalArticle

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Abstract

A descoberta do túmulo de Tutankhamon, em 1922, foi noticiada pela imprensa internacional, de forma inusitada, tornando este faraó e o arqueólogo responsável pelo achado sobejamente conhecidos de milhões de leitores. Ironicamente, Tutankhamon era um dos faraós menos conhecidos da história egípcia e Howard Carter um arqueólogo sem créditos firmados que, assim, literalmente de um dia para o outro, passaram da obscuridade para as páginas dos periódicos. Na imprensa portuguesa, a partir de 1925, a revista Diónysos reservou espaço em três números para pequenos ensaios, genericamente intitulados “Quem era Tutankhamen”, da autoria de Humberto Pinto de Lima, então assistente de Ciências Históricas da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Neste artigo apresenta-se uma análise detalhada desses textos, relevando o domínio científico das problemáticas pelo Autor e o seu contributo para a discussão dos temas de história egípcia entre nós.
Original languagePortuguese
Pages (from-to)227-249
Number of pages22
JournalRevista de História da Sociedade e da Cultura
Volume18
DOIs
Publication statusPublished - 2018

Keywords

  • Humberto Pinto de Lima
  • journal Diónysos
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  • Reception
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  • Tutankhamon
  • revista Diónysos

Cite this

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N2 - A descoberta do túmulo de Tutankhamon, em 1922, foi noticiada pela imprensa internacional, de forma inusitada, tornando este faraó e o arqueólogo responsável pelo achado sobejamente conhecidos de milhões de leitores. Ironicamente, Tutankhamon era um dos faraós menos conhecidos da história egípcia e Howard Carter um arqueólogo sem créditos firmados que, assim, literalmente de um dia para o outro, passaram da obscuridade para as páginas dos periódicos. Na imprensa portuguesa, a partir de 1925, a revista Diónysos reservou espaço em três números para pequenos ensaios, genericamente intitulados “Quem era Tutankhamen”, da autoria de Humberto Pinto de Lima, então assistente de Ciências Históricas da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Neste artigo apresenta-se uma análise detalhada desses textos, relevando o domínio científico das problemáticas pelo Autor e o seu contributo para a discussão dos temas de história egípcia entre nós.

AB - A descoberta do túmulo de Tutankhamon, em 1922, foi noticiada pela imprensa internacional, de forma inusitada, tornando este faraó e o arqueólogo responsável pelo achado sobejamente conhecidos de milhões de leitores. Ironicamente, Tutankhamon era um dos faraós menos conhecidos da história egípcia e Howard Carter um arqueólogo sem créditos firmados que, assim, literalmente de um dia para o outro, passaram da obscuridade para as páginas dos periódicos. Na imprensa portuguesa, a partir de 1925, a revista Diónysos reservou espaço em três números para pequenos ensaios, genericamente intitulados “Quem era Tutankhamen”, da autoria de Humberto Pinto de Lima, então assistente de Ciências Históricas da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Neste artigo apresenta-se uma análise detalhada desses textos, relevando o domínio científico das problemáticas pelo Autor e o seu contributo para a discussão dos temas de história egípcia entre nós.

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