O estigma da «natureza humana» como fundamento para os modos de governação

Translated title of the contribution: The stigma of «human nature» as the foundation for the modes of governance

Research output: Contribution to journalReview articlepeer-review

Abstract

Partindo da noção de poder pseudopastoral, utilizada na conclusão da investigação sobre as práticas da disciplina militar, considero aqui a definição do modo de governação tomista e, em seguida, a das críticas filosóficas sobre a sua ineficácia. Contudo, em ambas as perspetivas, a natureza humana é considerada como uma estigmatização, uma incapacidade subjetiva que justifica as técnicas de governo. A socialização da riqueza cria a possibilidade de uma libertação universal dos constrangimentos inerentes à condição de objetualização ou de instrumentalização pela vontade de outros e, consequentemente, um generalizado governo de si mesmo.

From the historical research that lead me to the notion of pseudo-pastoral power, I consider the definition of a Tomist mode of government and further the philosophical critiques of the efficiency of this mode. However, in both perspectives, human nature is a stigma, a subjective inability in which the techniques of power found its justification. The socialization of wealth points in the direction of a tendentiously universal liberation of the constraints of the status of an object or instrument of others will and needs and thus a human generalized self-government.

Translated title of the contributionThe stigma of «human nature» as the foundation for the modes of governance
Original languagePortuguese
Pages (from-to)7-30
Number of pages24
JournalLer História
Volume69
DOIs
Publication statusPublished - 2016

Keywords

  • modo de governo
  • tomismo
  • poder pseudopastoral
  • crítica filosófica
  • socialização
  • mode of government
  • thomism
  • pseudo-pastoral authority
  • philosophical criticism
  • socialization

Fingerprint

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