Será a Música mais Real do que o Real? Schopenhauer e a música como representação imediata da nossa interioridade

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Abstract

Neste artigo, consideramos a filosofia da música de Schopenhauer no contexto do seu sistema filosófico. Em primeiro lugar, apresentamos a análise que Schopenhauer faz da consciência de si na medida em que esta se apresenta como a pedra basilar do seu sistema para, em seguida, apresentarmos uma ambiguidade fundamental na noção schopenhaueriana de vontade. Depois de apresentarmos de forma muito breve a Estética e Filosofia da Arte schopenhauerianas, analisamos o que é específico da música e a posição particular que ocupa relativamente às outras artes no pensamento de Schopenhauer. Por último, mostramos que a tese fundamental da filosofia da música de Schopenhauer de que a música é uma representação ou objectivação imediata da própria vontade pode ser reformulada, à luz da ambiguidade da noção de vontade, como a ideia de que a música é uma representação da nossa interioridade.
Original languagePortuguese
Pages (from-to)89-102
Number of pages14
JournalPhilosophy@lisbon
Issue number10
Publication statusPublished - 2020

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