«Porque havemos de deixar nas mãos de especialistas estrangeiros perspectivas que tanto nos dizem respeito?»

A colaboração arqueológica internacional no Portugal dos anos 50-60 do século XIX: tradições, inovações e contradições

Research output: Chapter in Book/Report/Conference proceedingConference contribution

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Abstract

Ausente dos principais circuitos de produção, transmissão e recepção de conhecimento arqueológico, Eduardo da Cunha Serrão (1906 -1991) é essencial na formação de um conjunto de jovens liceais e universitários aos quais competiria definir e reorientar a política patrimonial no país já em plena democracia. Insistindo na actualização permanente de conhecimento e na adopção das mais recentes técnicas de escavação geradas, na sua maioria, em contexto britânico, E. da Cunha Serrão apela à interdisciplinaridade e colaboração institucional, assumindo -se como expoente de uma ‘geração em trânsito’ determinante para o futuro da arqueologia em Portugal. Particularidades exploradas no texto a partir de uma sua interrogação eivada de aparente contradição.

Despite being absent from the main circuits of production, transmission and reception of archaeological knowledge, Eduardo da Cunha Serrão (1906-1991) is essential in the formation of a group of university and high school youths who should define and reorient the heritage policy in the country already in Full democracy. Insisting on the constant updating of knowledge and the adoption of the most recent digging techniques generated, mostly in the British context, E. da Cunha Serrão appeals to interdisciplinarity and institutional collaboration, taking on the role of exponent of a decisive ‘transit generation’ for the future of archaeology in Portugal. Particularities explored in the text from an interrogation full of apparent contradiction.
Original languagePortuguese
Title of host publicationArqueologia em Portugal
Subtitle of host publication2017 - Estado da Questão
EditorsJosé Morais Arnaud, Andrea Martins
Place of PublicationLisboa
PublisherAssociação dos Arqueólogos Portugueses
Pages87-98
Number of pages12
ISBN (Print)978-972-9451-71-3
Publication statusPublished - 2017
EventII Congresso de Arqueologia da Associação dos Arqueólogos Portugueses : Arqueologia em Portugal: 2017 – Estado da Questão - AAP, FLUL e NOVA/FCSH, Lisboa, Portugal
Duration: 22 Nov 201726 Nov 2017
https://congressoaap.wordpress.com/

Conference

ConferenceII Congresso de Arqueologia da Associação dos Arqueólogos Portugueses
CountryPortugal
CityLisboa
Period22/11/1726/11/17
Internet address

Keywords

  • Eduardo da Cunha Serrão
  • ‘Geração em trânsito’
  • “Nova arqueologia”
  • Cência em Portugal
  • ‘Generation in transit’
  • “New archaeology”
  • Science in Portugal

Cite this

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Martins, AC 2017, «Porque havemos de deixar nas mãos de especialistas estrangeiros perspectivas que tanto nos dizem respeito?»: A colaboração arqueológica internacional no Portugal dos anos 50-60 do século XIX: tradições, inovações e contradições. in J Morais Arnaud & A Martins (eds), Arqueologia em Portugal: 2017 - Estado da Questão. Associação dos Arqueólogos Portugueses, Lisboa, pp. 87-98, II Congresso de Arqueologia da Associação dos Arqueólogos Portugueses , Lisboa, Portugal, 22/11/17.

«Porque havemos de deixar nas mãos de especialistas estrangeiros perspectivas que tanto nos dizem respeito?» : A colaboração arqueológica internacional no Portugal dos anos 50-60 do século XIX: tradições, inovações e contradições. / Martins, Ana Cristina.

Arqueologia em Portugal: 2017 - Estado da Questão. ed. / José Morais Arnaud; Andrea Martins. Lisboa : Associação dos Arqueólogos Portugueses, 2017. p. 87-98.

Research output: Chapter in Book/Report/Conference proceedingConference contribution

TY - GEN

T1 - «Porque havemos de deixar nas mãos de especialistas estrangeiros perspectivas que tanto nos dizem respeito?»

T2 - A colaboração arqueológica internacional no Portugal dos anos 50-60 do século XIX: tradições, inovações e contradições

AU - Martins, Ana Cristina

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PY - 2017

Y1 - 2017

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AB - Ausente dos principais circuitos de produção, transmissão e recepção de conhecimento arqueológico, Eduardo da Cunha Serrão (1906 -1991) é essencial na formação de um conjunto de jovens liceais e universitários aos quais competiria definir e reorientar a política patrimonial no país já em plena democracia. Insistindo na actualização permanente de conhecimento e na adopção das mais recentes técnicas de escavação geradas, na sua maioria, em contexto britânico, E. da Cunha Serrão apela à interdisciplinaridade e colaboração institucional, assumindo -se como expoente de uma ‘geração em trânsito’ determinante para o futuro da arqueologia em Portugal. Particularidades exploradas no texto a partir de uma sua interrogação eivada de aparente contradição. Despite being absent from the main circuits of production, transmission and reception of archaeological knowledge, Eduardo da Cunha Serrão (1906-1991) is essential in the formation of a group of university and high school youths who should define and reorient the heritage policy in the country already in Full democracy. Insisting on the constant updating of knowledge and the adoption of the most recent digging techniques generated, mostly in the British context, E. da Cunha Serrão appeals to interdisciplinarity and institutional collaboration, taking on the role of exponent of a decisive ‘transit generation’ for the future of archaeology in Portugal. Particularities explored in the text from an interrogation full of apparent contradiction.

KW - Eduardo da Cunha Serrão

KW - ‘Geração em trânsito’

KW - “Nova arqueologia”

KW - Cência em Portugal

KW - ‘Generation in transit’

KW - “New archaeology”

KW - Science in Portugal

M3 - Conference contribution

SN - 978-972-9451-71-3

SP - 87

EP - 98

BT - Arqueologia em Portugal

A2 - Morais Arnaud, José

A2 - Martins, Andrea

PB - Associação dos Arqueólogos Portugueses

CY - Lisboa

ER -