Pontos, linhas, planos: Almada, Um Nome de Guerra (1969-1972)

Research output: Contribution to journalArticlepeer-review

Abstract

Este artigo procura examinar Almada, Um Nome de Guerra, de Ernesto de Sousa, a partir do movimento de continuidade e fractura que o estrutura. Se Almada se inscreve numa genealogia das vanguardas portuguesas, ele dialoga com a cena artística internacional, em particular com o cinema experimental. O texto aborda Almada como um exercício de cinematização da pintura e de pictorialização do cinema que equaciona conceptual e visualmente as relações entre cinema e pintura. Através do seu princípio de descentramento e dos seus modos de exibição,
o filme procura afirmar a sua autonomia face ao corpus almadiano e superar o próprio cinema enquanto dispositivo de representação.
Original languagePortuguese
Pages (from-to)57-65
Number of pages9
JournalArte e Cultura Visual
Issue number2
Publication statusPublished - 2021

Keywords

  • Cinema e Pintura
  • Ernesto de Sousa
  • Almada
  • Um Nome de Guerra
  • Vanguardas

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