Os desaparecidos, os fantasmas e o corpo como arquivo

o conflito sírio na dança-teatro contemporânea

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Abstract

O presente artigo propõe uma análise da dança teatral partindo do binómio performance/política no qual se perspectiva o corpo como lugar privilegiado para a análise do poder, uma vez que um corpo ao dançar posiciona-se sempre politicamente. Para tal, procura-se contextualizar a dança-teatro dos espectáculo Antes que matem os elefantes, da Companhia Olga Roriz, e Eu Sou Mediterrâneo, da Companhia Vidas de A a Z, no seu percurso artístico e analisar as suas linguagens coreográficas e cénicas tendo em vista uma compreensão do corpo que dança como um corpo que sofre as acções das relações de poder, analisando-o como um lugar de tensão e embates que desenvolve articulações com a memória e esquecimento num jogo sensório-corporal, falando-se do corpo como arquivo e como lugar de memória e resistência e perspectivando-o como um lugar privilegiado para a análise do poder.
Original languagePortuguese
Pages (from-to)132-170
Number of pages38
JournalCadernos de Campo. Revista dos alunos de pós-graduação em Antropologia Social da USP
Volume27
Issue number1
DOIs
Publication statusPublished - 2018

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@article{be8ab2aa5d354126891424eb8de69bc8,
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TY - JOUR

T1 - Os desaparecidos, os fantasmas e o corpo como arquivo

T2 - o conflito sírio na dança-teatro contemporânea

AU - Raposo Gomes, Sílvia Alexandra

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PY - 2018

Y1 - 2018

N2 - O presente artigo propõe uma análise da dança teatral partindo do binómio performance/política no qual se perspectiva o corpo como lugar privilegiado para a análise do poder, uma vez que um corpo ao dançar posiciona-se sempre politicamente. Para tal, procura-se contextualizar a dança-teatro dos espectáculo Antes que matem os elefantes, da Companhia Olga Roriz, e Eu Sou Mediterrâneo, da Companhia Vidas de A a Z, no seu percurso artístico e analisar as suas linguagens coreográficas e cénicas tendo em vista uma compreensão do corpo que dança como um corpo que sofre as acções das relações de poder, analisando-o como um lugar de tensão e embates que desenvolve articulações com a memória e esquecimento num jogo sensório-corporal, falando-se do corpo como arquivo e como lugar de memória e resistência e perspectivando-o como um lugar privilegiado para a análise do poder.

AB - O presente artigo propõe uma análise da dança teatral partindo do binómio performance/política no qual se perspectiva o corpo como lugar privilegiado para a análise do poder, uma vez que um corpo ao dançar posiciona-se sempre politicamente. Para tal, procura-se contextualizar a dança-teatro dos espectáculo Antes que matem os elefantes, da Companhia Olga Roriz, e Eu Sou Mediterrâneo, da Companhia Vidas de A a Z, no seu percurso artístico e analisar as suas linguagens coreográficas e cénicas tendo em vista uma compreensão do corpo que dança como um corpo que sofre as acções das relações de poder, analisando-o como um lugar de tensão e embates que desenvolve articulações com a memória e esquecimento num jogo sensório-corporal, falando-se do corpo como arquivo e como lugar de memória e resistência e perspectivando-o como um lugar privilegiado para a análise do poder.

U2 - 10.11606/issn.2316-9133.v27i1p132-170

DO - 10.11606/issn.2316-9133.v27i1p132-170

M3 - Article

VL - 27

SP - 132

EP - 170

JO - Cadernos de Campo. Revista dos alunos de pós-graduação em Antropologia Social da USP

JF - Cadernos de Campo. Revista dos alunos de pós-graduação em Antropologia Social da USP

SN - 0104-5679

IS - 1

ER -