O uso das metodologias participativas e a implementação da lei 26/ 2013

Research output: Contribution to conferenceAbstract

Abstract

As abordagens participativas têm sido amplamente discutidas e promovidas desde os anos 80. Estas abordagens, adaptáveis a muitas atividades diferentes, surgiram como uma resposta aos processos de planeamento extensos e de natureza “top-down” e à falha do modelo de transferência de tecnologia em áreas marginais heterogéneas (Neef, 2003). Neste contexto, as metodologias participativas, inseridas em processos de participação pública ativa, são uma possibilidade para melhor dar a conhecer a Lei 26/ 2013 aos consumidores de produtos fitofarmacêuticos contribuindo assim para facilitar aos técnicos responsáveis das empresas distribuidoras ou dos estabelecimentos de venda, o cumprimento do dever de venda responsável (ponto 2 c) do artigo 6º). O presente trabalho dá a conhecer diferentes aspetos a ter em conta no design de processos participativos ativos, aponta vantagens e potencial destas metodologias e propõe, para este caso específico, uma metodologia baseada em encontros de diálogo público dirigidos a técnicos e a agricultores.
Original languagePortuguese
Publication statusPublished - 2014
Event10º ENPI, Encontro Nacional de Proteção Integrada - Instituto Politécnico de Beja, Beja, Portugal
Duration: 2 May 20143 May 2014

Conference

Conference10º ENPI, Encontro Nacional de Proteção Integrada
CountryPortugal
CityBeja
Period2/05/143/05/14

Keywords

  • Metodologias participativas, participação pública ativa, processos colaborativos

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