Lojas do cidadão: do formato do centro comercial de serviços aos pontos de atendimento integrado: que perspetivas de evolução?

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Abstract

As primeiras Lojas do Cidadão, criadas em 1999, apresentavam-se como um centro comercial de serviços, onde se encontrava no mesmo espaço entidades dos setores público e privado, num horário contínuo e alargado. O conceito evoluiu para as designadas Lojas do Cidadão de segunda geração, cuja expansão se deu a partir de 2008. Localizadas em capitais de distrito do interior do país e em cidades de pequena e média dimensão, estas lojas têm, por comparação, uma menor oferta de serviços e funcionam num horário reduzido. Em ambos os casos, a oferta de serviços é orientada às especificidades locais e hoje é reconhecido que as Lojas do Cidadão têm aproximado os cidadãos e a administração pública. Quando se discute a presença social e territorial do Estado, importa analisar o papel que este formato tem desempenhado desde a sua génese e prospetivar a sua evolução, atendendo ao atual contexto de crise económico-financeira, às novas formas de prestação dos serviços e aos novos desafios do planeamento e da gestão do território.
Original languageUnknown
Title of host publicationIX Congresso da Geografia Portuguesa
EditorsTeresa Pinto Correia, Virgínia Henriques E Rui Pedro Julião
Place of PublicationLisboa
PublisherAssociação POrtuguesa de Geógrafos
Pages607-612
ISBN (Print)978-972-99436-6-9
Publication statusPublished - 1 Jan 2013

Publication series

NameGeografia: Espaço, Natureza, Sociedade e Ciência
PublisherAssociação Portuguesa de Geógrafos

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Tomé, R. (2013). Lojas do cidadão: do formato do centro comercial de serviços aos pontos de atendimento integrado: que perspetivas de evolução? In T. P. Correia, & V. H. E. R. P. Julião (Eds.), IX Congresso da Geografia Portuguesa (pp. 607-612). (Geografia: Espaço, Natureza, Sociedade e Ciência). Lisboa: Associação POrtuguesa de Geógrafos.