Democracias emergentes e crises internacionais

os casos brasileiro e indiano

Research output: Contribution to conferencePaper

Abstract

Uma vez que são ambos grandes estados federados, de tipo de regime democrático, seria de esperar que a Índia e o Brasil estivessem cada vez mais integrados nos processos de conflito de outros estados, com tem vindo a ser o caso de outros estados à procura de estatuto internacional. Da mesma forma, seria de esperar que na sua condição de democracias tivessem posições semelhantes à Europa e aos Estados Unidos relativamente às crises internacionais e grandes mudanças estratégicas da atualidade. No entanto, este cenário está longe de verificar. Mantendo-se à margem dos conflitos, o Brasil e a Índia tentam manter uma posição discreta para evitar tomar posições que as comprometam e/ou oscilam entre um ou outro parceiro, tentando manter a sua autonomia internacional. Usando os casos das guerras na Ucrânia e na Síria e do pivot Americano na Ásia, este paper procurar perceber as razões do comportamento do comportamento destes estados e se é possível ser uma grande potência excluindo-se da procura da resolução de questões fundamentais do atual sistema internacional.
Original languagePortuguese
Pages1-11
Number of pages11
Publication statusPublished - Mar 2016
EventVIII Congresso da Associação Portuguesa de Ciência Política (APCP) - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa, Lisboa, Portugal
Duration: 10 Mar 201612 Mar 2016
Conference number: VIII
http://www.apcp.pt/congresso.php

Conference

ConferenceVIII Congresso da Associação Portuguesa de Ciência Política (APCP)
CountryPortugal
CityLisboa
Period10/03/1612/03/16
Internet address

Keywords

  • Democracias emergentes
  • Crises internacionais
  • Brasil
  • Índia

Cite this

Fonseca, C., & Soller, D. (2016). Democracias emergentes e crises internacionais: os casos brasileiro e indiano. 1-11. Paper presented at VIII Congresso da Associação Portuguesa de Ciência Política (APCP), Lisboa, Portugal.
Fonseca, Carmen ; Soller, Diana. / Democracias emergentes e crises internacionais : os casos brasileiro e indiano. Paper presented at VIII Congresso da Associação Portuguesa de Ciência Política (APCP), Lisboa, Portugal.11 p.
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Fonseca, C & Soller, D 2016, 'Democracias emergentes e crises internacionais: os casos brasileiro e indiano' Paper presented at VIII Congresso da Associação Portuguesa de Ciência Política (APCP), Lisboa, Portugal, 10/03/16 - 12/03/16, pp. 1-11.

Democracias emergentes e crises internacionais : os casos brasileiro e indiano. / Fonseca, Carmen; Soller, Diana.

2016. 1-11 Paper presented at VIII Congresso da Associação Portuguesa de Ciência Política (APCP), Lisboa, Portugal.

Research output: Contribution to conferencePaper

TY - CONF

T1 - Democracias emergentes e crises internacionais

T2 - os casos brasileiro e indiano

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AU - Soller, Diana

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PY - 2016/3

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N2 - Uma vez que são ambos grandes estados federados, de tipo de regime democrático, seria de esperar que a Índia e o Brasil estivessem cada vez mais integrados nos processos de conflito de outros estados, com tem vindo a ser o caso de outros estados à procura de estatuto internacional. Da mesma forma, seria de esperar que na sua condição de democracias tivessem posições semelhantes à Europa e aos Estados Unidos relativamente às crises internacionais e grandes mudanças estratégicas da atualidade. No entanto, este cenário está longe de verificar. Mantendo-se à margem dos conflitos, o Brasil e a Índia tentam manter uma posição discreta para evitar tomar posições que as comprometam e/ou oscilam entre um ou outro parceiro, tentando manter a sua autonomia internacional. Usando os casos das guerras na Ucrânia e na Síria e do pivot Americano na Ásia, este paper procurar perceber as razões do comportamento do comportamento destes estados e se é possível ser uma grande potência excluindo-se da procura da resolução de questões fundamentais do atual sistema internacional.

AB - Uma vez que são ambos grandes estados federados, de tipo de regime democrático, seria de esperar que a Índia e o Brasil estivessem cada vez mais integrados nos processos de conflito de outros estados, com tem vindo a ser o caso de outros estados à procura de estatuto internacional. Da mesma forma, seria de esperar que na sua condição de democracias tivessem posições semelhantes à Europa e aos Estados Unidos relativamente às crises internacionais e grandes mudanças estratégicas da atualidade. No entanto, este cenário está longe de verificar. Mantendo-se à margem dos conflitos, o Brasil e a Índia tentam manter uma posição discreta para evitar tomar posições que as comprometam e/ou oscilam entre um ou outro parceiro, tentando manter a sua autonomia internacional. Usando os casos das guerras na Ucrânia e na Síria e do pivot Americano na Ásia, este paper procurar perceber as razões do comportamento do comportamento destes estados e se é possível ser uma grande potência excluindo-se da procura da resolução de questões fundamentais do atual sistema internacional.

KW - Democracias emergentes

KW - Crises internacionais

KW - Brasil

KW - Índia

M3 - Paper

SP - 1

EP - 11

ER -

Fonseca C, Soller D. Democracias emergentes e crises internacionais: os casos brasileiro e indiano. 2016. Paper presented at VIII Congresso da Associação Portuguesa de Ciência Política (APCP), Lisboa, Portugal.