Abstract
O desenvolvimento da investigação científica no domínio das ciências cognitivas tem contribuído para uma nova e mais complexa perspectiva sobre o sujeito da educação, a cognição e a aprendizagem. A natureza do fenómeno educativo e as rápidas transformações a que tem estado sujeito, remetem para a necessidade de incorporar uma teoria da mudança que permita lidar com as múltiplas questões e problemas com que se confronta a reflexão em educação e a prática educativa. Estes aspectos tornam necessários novos paradigmas de investigação e novas formas de colaboração que ultrapassem as barreiras entre os saberes. Partindo da teoria da complexidade como paradigma emergente quer no âmbito das ciências naturais quer das ciências sociais e humanas, apresentam-se alguns argumentos a favor da colaboração entre ciências da educação e ciências cognitivas, clarificando a sua necessidade e implicações, assim como as possibilidades que representa para a investigação e acção educativa.
| Original language | Unknown |
|---|---|
| Pages (from-to) | 217-239 |
| Journal | Revista Portuguesa de Educação |
| Volume | 25 |
| Issue number | 1 |
| Publication status | Published - 1 Jan 2012 |
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