Entre mujahidins e fantasmas

a improvisação e o corpo-arquivo como microcosmo do conflito Sírio

Translated title of the contribution: Between mujahidins and ghosts: improvisation and archive-bodies as a microcosm of the Syrian conflict

Research output: Contribution to journalArticle

Abstract

O presente artigo propõe uma análise da dança teatral partindo do binómio performance / política, através do qual se perspectiva o corpo como lugar privilegiado para a análise do poder, uma vez que um corpo ao dançar posiciona-se sempre politicamente. Para tal, procura-se contextualizar a dança-teatro dos espectáculos Antes que matem os elefantes, da Companhia Olga Roriz, e Eu Sou Mediterrâneo, da Companhia Vidas de A a Z, a partir do seu percurso artístico, analisando as suas linguagens coreográficas e cénicas com o objetivo de alcançar uma compreensão do corpo que dança como um corpo que sofre as acções das relações de poder. Estudado como lugar de tensão e embate, desenvolvendo articulações com a memória e o esquecimento num jogo sensório-corporal, fala-se do corpo como arquivo e como lugar de memória e resistência, perspectivando-o como lugar privilegiado para a análise do poder.
Original languageMultiple languages
Pages (from-to)67-83
Number of pages16
JournalEikon – Journal on Semiotics and Culture
Issue number3
DOIs
Publication statusPublished - 2018

Fingerprint

spontaneity
performance

Cite this

@article{b200d3b1337a4dfd99a1071093492850,
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TY - JOUR

T1 - Entre mujahidins e fantasmas

T2 - a improvisação e o corpo-arquivo como microcosmo do conflito Sírio

AU - Raposo Gomes, Sílvia Alexandra

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PY - 2018

Y1 - 2018

N2 - O presente artigo propõe uma análise da dança teatral partindo do binómio performance / política, através do qual se perspectiva o corpo como lugar privilegiado para a análise do poder, uma vez que um corpo ao dançar posiciona-se sempre politicamente. Para tal, procura-se contextualizar a dança-teatro dos espectáculos Antes que matem os elefantes, da Companhia Olga Roriz, e Eu Sou Mediterrâneo, da Companhia Vidas de A a Z, a partir do seu percurso artístico, analisando as suas linguagens coreográficas e cénicas com o objetivo de alcançar uma compreensão do corpo que dança como um corpo que sofre as acções das relações de poder. Estudado como lugar de tensão e embate, desenvolvendo articulações com a memória e o esquecimento num jogo sensório-corporal, fala-se do corpo como arquivo e como lugar de memória e resistência, perspectivando-o como lugar privilegiado para a análise do poder.

AB - O presente artigo propõe uma análise da dança teatral partindo do binómio performance / política, através do qual se perspectiva o corpo como lugar privilegiado para a análise do poder, uma vez que um corpo ao dançar posiciona-se sempre politicamente. Para tal, procura-se contextualizar a dança-teatro dos espectáculos Antes que matem os elefantes, da Companhia Olga Roriz, e Eu Sou Mediterrâneo, da Companhia Vidas de A a Z, a partir do seu percurso artístico, analisando as suas linguagens coreográficas e cénicas com o objetivo de alcançar uma compreensão do corpo que dança como um corpo que sofre as acções das relações de poder. Estudado como lugar de tensão e embate, desenvolvendo articulações com a memória e o esquecimento num jogo sensório-corporal, fala-se do corpo como arquivo e como lugar de memória e resistência, perspectivando-o como lugar privilegiado para a análise do poder.

U2 - 10.20287/eikon-n03-a07

DO - 10.20287/eikon-n03-a07

M3 - Article

SP - 67

EP - 83

JO - Eikon – Journal on Semiotics and Culture

JF - Eikon – Journal on Semiotics and Culture

SN - 2183-6426

IS - 3

ER -