Autorrepresentação em Vídeo: O Eu como Espessura, a Experiência como Ritmo

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Abstract

Este artigo foca-se nas especificidades do contar de si mediado pelas novas tecnologias - especificamente pelo vídeo - e como estas características, ao revelarem-se em paralelo com novas percepções de tempo e de espaço, potenciam a redefinição da experiência, da vida vivida. O meio provoca uma re- ou des- construção da narrativa e das estratégias de encenação clássicas, permitindo a descoberta pontos de incongruência e contacto entre a realidade construída socialmente e interioridade.
Partindo do trabalho de Paolo Jedlowski sobre narrativa e experiência, pretende-se dar relevo e repensar duas dimensões: a espessura do sujeito e o ritmo de apropriação da experiência na construção da obra e na sua receção.
Original languagePortuguese
Title of host publicationLa Omnipresencia de la Imagen
Subtitle of host publicationEstudios Interdisciplinares de la Cultura Visual
EditorsAna Beriain Bañares
Place of PublicationMadrid
PublisherGlobal Knowledge Academics
ChapterII. Imagen y Sociedad
Pages199-208
Number of pages9
ISBN (Print)978-84-15665-18-2
Publication statusPublished - 2017

Keywords

  • Tecnologias do eu
  • Imagem em movimento
  • Autorepresentação
  • Ritmo
  • Espessura

Cite this

Azevedo, A. L. (2017). Autorrepresentação em Vídeo: O Eu como Espessura, a Experiência como Ritmo. In A. Beriain Bañares (Ed.), La Omnipresencia de la Imagen: Estudios Interdisciplinares de la Cultura Visual (pp. 199-208). Madrid: Global Knowledge Academics.