A Casa Palmela

Research output: Book/ReportBook

Abstract

Outubro de 1838. D. Pedro de Sousa Holstein, primeiro Duque de Palmela e eminente diplomata, era acusado pela imprensa internacional de ter raptado D. Maria Luísa Sampaio, orfã do Conde da Póvoa e Senhora de uma fortuna invejável, quiçá a mais rica herdeira do Portugal de então. Dezasseis anos antes, havia sido promulgada a primeira Constituição Portuguesa que, apesar da sua curta vigência, instituiria uma Monarquia Constitucional e traria novos desafios à aristocracia, não lhe consagrando quaisquer prerrogativas especiais como até então possuía. Analisar as estratégias de afirmação que permitiram a esta Casa desempenhar os principais cargos palatinos e ser detentora de uma importante pujança financeira nas vésperas da implantação da República possibilitará um melhor conhecimento acerca da aristocracia portuguesa de século XIX.
Original languagePortuguese
Place of PublicationLisboa
PublisherLivros Horizonte
Number of pages168
ISBN (Print)978-972-24-1606-1
Publication statusPublished - 2008

Keywords

  • História
  • História contemporânea portuguesa
  • Monarquia Constitucional Portuguesa
  • Aristocracia
  • aristocracia portuguesa
  • Guerra Civil
  • Elites
  • Elites políticas
  • Arquivo de Família
  • Prosopografia
  • Nobreza portuguesa
  • Nobreza titulada
  • Liberalismo

Cite this

Urbano, P. (2008). A Casa Palmela. Lisboa: Livros Horizonte.
Urbano, Pedro. / A Casa Palmela. Lisboa : Livros Horizonte, 2008. 168 p.
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Urbano, P 2008, A Casa Palmela. Livros Horizonte, Lisboa.

A Casa Palmela. / Urbano, Pedro.

Lisboa : Livros Horizonte, 2008. 168 p.

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AB - Outubro de 1838. D. Pedro de Sousa Holstein, primeiro Duque de Palmela e eminente diplomata, era acusado pela imprensa internacional de ter raptado D. Maria Luísa Sampaio, orfã do Conde da Póvoa e Senhora de uma fortuna invejável, quiçá a mais rica herdeira do Portugal de então. Dezasseis anos antes, havia sido promulgada a primeira Constituição Portuguesa que, apesar da sua curta vigência, instituiria uma Monarquia Constitucional e traria novos desafios à aristocracia, não lhe consagrando quaisquer prerrogativas especiais como até então possuía. Analisar as estratégias de afirmação que permitiram a esta Casa desempenhar os principais cargos palatinos e ser detentora de uma importante pujança financeira nas vésperas da implantação da República possibilitará um melhor conhecimento acerca da aristocracia portuguesa de século XIX.

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PB - Livros Horizonte

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Urbano P. A Casa Palmela. Lisboa: Livros Horizonte, 2008. 168 p.